O DIU (Dispositivo Intrauterino) é hoje um dos métodos contraceptivos mais eficazes e procurados — e também um dos que mais geram dúvidas. "Dói para colocar?", "engorda?", "posso usar mesmo sem ter tido filhos?", "como sei se saiu do lugar?". Essas perguntas afastam muitas mulheres de um método que poderia ser ideal para elas, simplesmente por falta de informação clara.
Este guia reúne, em linguagem direta, tudo o que você precisa saber sobre o DIU: os tipos disponíveis no Brasil, como é a inserção de verdade, quanto cada modelo dura, os efeitos colaterais reais (e os mitos), e como saber se ele está no lugar. Se você quer comparar o DIU com outros métodos contraceptivos, veja também o nosso guia completo de contracepção.
📌 Resumo rápido
- O que é: um pequeno dispositivo em formato de "T" colocado dentro do útero pelo ginecologista, em consulta
- Eficácia: acima de 99% — entre os métodos reversíveis mais eficazes que existem
- Dois grandes tipos: DIU de cobre (sem hormônio) e DIU hormonal (Mirena, Kyleena, Jaydess)
- Duração: de 3 a 10 anos, conforme o modelo — e pode ser retirado antes a qualquer momento
- Reversível: a fertilidade volta logo após a remoção
O que é o DIU e como ele funciona
O DIU (Dispositivo Intrauterino) é um método contraceptivo de longa duração e reversível, em formato de "T", inserido dentro do útero pelo ginecologista. Ele previne a gravidez pela ação do cobre ou pela liberação contínua de um hormônio (levonorgestrel), com eficácia superior a 99%.
O DIU faz parte do grupo dos LARC (sigla em inglês para Contraceptivos Reversíveis de Longa Ação) — métodos que, depois de colocados, funcionam por anos sem depender de nada da rotina da mulher. É justamente isso que os torna tão eficazes: não há "esquecer de tomar".
O DIU atua principalmente antes da fecundação, impedindo o encontro do espermatozoide com o óvulo — ele não interrompe uma gravidez já estabelecida. Cada tipo age de um jeito:
- DIU de cobre: os íons de cobre liberados criam um ambiente hostil aos espermatozoides, imobilizando-os e impedindo que cheguem ao óvulo. Também alteram o muco do colo do útero e o revestimento interno (endométrio).
- DIU hormonal: libera pequenas quantidades de um progestagênio (levonorgestrel) direto no útero. Isso espessa o muco do colo (formando uma barreira para os espermatozoides), afina o endométrio e, em parte das mulheres, reduz a ovulação.
Tipos de DIU disponíveis no Brasil
Existem dois grandes grupos — o DIU de cobre (não hormonal) e o DIU hormonal — e, dentro do hormonal, modelos com tamanhos e doses diferentes.
DIU de cobre (TCu380A)
O modelo mais clássico e amplamente disponível, inclusive de forma gratuita pelo SUS. Não contém nenhum hormônio. Existe também uma versão com cobre e prata (o núcleo de prata ajuda a evitar a fragmentação do cobre e permite modelos menores, chamados muitas vezes de "mini"), além de modelos de cobre de tamanho reduzido para mulheres com útero menor.
- Hormônio: nenhum
- Duração: até 10 anos (alguns estudos mostram eficácia por até 12)
- Ponto forte: opção totalmente livre de hormônios; também pode ser usado como contracepção de emergência se inserido em até 5 dias após uma relação desprotegida
- Ponto de atenção: pode aumentar o fluxo menstrual e as cólicas, especialmente nos primeiros meses
DIU hormonal (Mirena, Kyleena, Jaydess)
Liberam levonorgestrel localmente, com absorção para o restante do corpo muito baixa. Diferem na dose e no tamanho:
- Mirena (52 mg): dura de 5 a 8 anos; uma parcela importante das usuárias (cerca de 20 a 50%) deixa de menstruar (amenorreia) ao longo do uso — muito valorizado por quem tem fluxo intenso. É também tratamento para sangramento aumentado, endometriose e adenomiose.
- Kyleena (19,5 mg): dura 5 anos; sistema menor, com inserção mais confortável — boa opção para mulheres sem filhos. Reduz o fluxo, mas causa amenorreia com menos frequência que o Mirena.
- Jaydess (13,5 mg): dura 3 anos; é o menor de todos, pensado especialmente para adolescentes e mulheres sem filhos.
| Modelo | Hormônio | Duração | Efeito na menstruação |
|---|---|---|---|
| DIU de cobre (TCu380A) | Nenhum | Até 10 anos | Pode aumentar fluxo e cólica |
| Mirena (52 mg) | Levonorgestrel | 5 a 8 anos | Reduz muito; amenorreia em até 50% |
| Kyleena (19,5 mg) | Levonorgestrel | 5 anos | Reduz o fluxo; menos amenorreia |
| Jaydess (13,5 mg) | Levonorgestrel | 3 anos | Reduz o fluxo |
DIU de cobre ou hormonal: qual escolher?
Não existe um DIU melhor para todas as mulheres — existe o mais adequado para o seu corpo, sua saúde e suas preferências. A diferença mais sentida no dia a dia é o efeito sobre a menstruação:
📊 Comparativo rápido
- Prefere ficar sem hormônio? → DIU de cobre
- Tem fluxo intenso, cólicas fortes, endometriose ou adenomiose? → DIU hormonal (Mirena)
- Não se incomoda de menstruar e quer durar mais tempo? → DIU de cobre (até 10 anos)
- Gostaria de reduzir ou parar de menstruar? → DIU hormonal
- Tem contraindicação ao estrogênio (trombose, enxaqueca com aura)? → ambos servem; nenhum tem estrogênio
Quer ver lado a lado o mecanismo de ação, quem se beneficia mais de cada um e a comparação com pílula, implante e injeção? Aprofunde no nosso guia de contracepção, que traz a tabela completa de eficácia de todos os métodos.
DIU dói? Como é a inserção do DIU
Esta é, de longe, a maior dúvida — e o maior medo. A resposta honesta: a maioria das mulheres sente uma cólica forte e rápida no momento em que o dispositivo passa pelo colo do útero, parecida com uma cólica menstrual intensa que dura poucos segundos. A intensidade varia muito: algumas mal sentem, outras descrevem como dolorido. O que quase ninguém relata é dor prolongada.
💬 Da prática clínica
O medo da dor da inserção é o que mais faz as pacientes adiarem o DIU. Na prática do consultório, o que mais ajuda é o preparo: explicar cada passo, usar analgesia quando indicado e realizar o procedimento com calma. A grande maioria das mulheres sai surpresa, dizendo que foi bem mais tranquilo do que imaginava. — Dra. Gabriella Dourado
Passo a passo da inserção
- Quando é feita: em consulta ambulatorial, geralmente durante ou logo após a menstruação, quando o colo está naturalmente mais permeável (mas pode ser feita em outros momentos do ciclo).
- Como é: o médico coloca o espéculo (como no preventivo), mede a profundidade do útero e introduz o DIU com um aplicador fino. O dispositivo se abre em "T" dentro do útero.
- Quanto dura: o procedimento todo leva cerca de 5 minutos; a parte que causa a cólica dura segundos.
Como reduzir a dor
- Anti-inflamatório cerca de 1 hora antes (orientado pelo médico) ajuda nas cólicas
- Anestésico local no colo do útero pode ser usado em casos selecionados
- Para algumas pacientes — como quem tem muita ansiedade ou histórico de dor intensa — existem opções de sedação, conversadas individualmente
- Respiração calma e estar relaxada fazem diferença real no desconforto
E depois?
Cólicas leves e um pequeno sangramento (borra) nas horas e nos primeiros dias seguintes são esperados e melhoram com analgésico comum. Recomenda-se confirmar a posição do DIU com um ultrassom transvaginal algumas semanas após a inserção.
Pensando em colocar um DIU?
A Dra. Gabriella Dourado realiza a avaliação, a indicação do modelo mais adequado e a inserção do DIU em consultório, com todo o cuidado para o seu conforto. Agende uma consulta em São Paulo.
Agendar consulta →Quanto tempo o DIU dura (e quando trocar)
A duração depende do modelo, e em todos os casos o DIU pode ser retirado antes do prazo, a qualquer momento, se você quiser engravidar ou trocar de método:
- DIU de cobre TCu380A: até 10 anos (com eficácia demonstrada por até 12 em alguns estudos)
- Mirena: 5 a 8 anos
- Kyleena: 5 anos
- Jaydess: 3 anos
Perto do fim do prazo, o ginecologista pode remover e, se você desejar, inserir um novo na mesma consulta. A remoção é simples e rápida — uma tração suave dos fios — e costuma incomodar bem menos que a colocação.
DIU engorda? E outros efeitos colaterais
DIU de cobre não engorda — ele não tem hormônio nenhum. Já o DIU hormonal libera o levonorgestrel localmente, com absorção sistêmica muito baixa, e os estudos clínicos não confirmam ganho de peso significativo associado a ele. A sensação de inchaço que algumas mulheres relatam no início costuma não corresponder a ganho real de gordura.
Outros efeitos possíveis, por tipo:
- DIU de cobre: aumento do fluxo menstrual e das cólicas, principalmente nos primeiros 3 a 6 meses, tendendo a estabilizar depois
- DIU hormonal: sangramento de escape (spotting) irregular nos primeiros 3 a 6 meses é o efeito mais comum; em uma minoria das mulheres podem ocorrer acne, sensibilidade mamária ou alteração do humor, pela pequena absorção do hormônio
Vale lembrar: o sangramento irregular dos primeiros meses do DIU hormonal costuma melhorar com o tempo, dando lugar a uma menstruação muito mais leve — ou ausente.
Como saber se o DIU está no lugar
O DIU tem dois fios finos de náilon que saem do colo do útero e ficam no fundo da vagina. Eles servem para você acompanhar o dispositivo e para o médico removê-lo depois.
Como checar os fios em casa
- Lave bem as mãos e, de cócoras ou com um pé apoiado, introduza um dedo limpo na vagina até sentir o colo do útero (parece a ponta do nariz)
- Você deve sentir os fios finos saindo do colo
- O ideal é checar uma vez por mês, logo após a menstruação
- Não puxe os fios — apenas confirme que estão lá, no mesmo comprimento de sempre
Sinais de alerta
Procure o ginecologista (e use preservativo enquanto isso) se você:
- Não sentir mais os fios
- Sentir os fios muito mais compridos do que o habitual
- Sentir a haste rígida do DIU na entrada do colo
- Tiver cólica forte que não passa, sangramento anormal ou dor durante a relação
A confirmação definitiva da posição é feita por ultrassom transvaginal.
O DIU pode sair do lugar (expulsão)?
Sim, embora seja incomum. A expulsão — quando o útero empurra o DIU para fora, total ou parcialmente — ocorre em cerca de 2 a 10% dos casos no primeiro ano, sendo mais frequente nos primeiros 3 meses e em mulheres que ainda não tiveram filhos. Por isso a checagem dos fios e o ultrassom de controle são importantes.
Outra preocupação comum é a perfuração do útero: é uma complicação rara (menos de 1 em 1.000 inserções), que acontece quase sempre no momento da colocação e é minimizada por um profissional experiente. Os DIUs são feitos de materiais não magnéticos, então você pode fazer ressonância magnética normalmente com o DIU.
DIU e menstruação: o que muda
Esse costuma ser o fator decisivo na escolha, porque os dois tipos agem em direções opostas. Para entender melhor o seu ciclo, veja também o artigo sobre menstruação e ciclo menstrual.
- DIU de cobre: tende a aumentar o fluxo (em 20 a 50%) e as cólicas, sobretudo nos primeiros meses. Para quem já tem fluxo intenso, pode não ser a melhor escolha.
- DIU hormonal (Mirena): reduz progressivamente o fluxo — cerca de 50% em 3 meses e 80 a 90% em 6 meses. Depois de 1 ano, boa parte das usuárias fica sem menstruar. É inclusive um tratamento de primeira linha para o sangramento menstrual excessivo.
💡 Parar de menstruar com o DIU hormonal faz mal?
Não. A ausência de menstruação com o DIU hormonal acontece porque o endométrio (o revestimento interno do útero) fica mais fino — não há sangue "acumulando" nem fazendo mal. É um efeito seguro e reversível: ao remover o DIU, o ciclo volta ao normal.
DIU dá cólica, corrimento ou infecção?
Cólicas leves são comuns nos primeiros meses, principalmente com o DIU de cobre, e tendem a diminuir. Corrimento ou pequeno aumento da secreção também podem ocorrer na fase de adaptação — mas corrimento com odor forte, cor amarelada/esverdeada ou coceira merece avaliação, pois pode indicar uma infecção que não tem relação com o DIU (veja corrimento vaginal).
Sobre infecção pélvica: existe um pequeno aumento do risco apenas nos primeiros 20 dias após a inserção, e somente se houver uma IST não tratada no momento da colocação. Passado esse período, o DIU não aumenta o risco de infecção. Importante reforçar: o DIU não protege contra ISTs — para isso, o preservativo é insubstituível.
Mulher sem filhos pode usar DIU?
Sim. A ideia de que "DIU é só para quem já teve filho" está totalmente ultrapassada. As principais entidades médicas recomendam o DIU como uma excelente opção também para mulheres sem filhos (nulíparas) e até para adolescentes — justamente por ser altamente eficaz e não depender da rotina.
Para essas mulheres, existem os modelos menores — Kyleena e Jaydess (hormonais) e versões reduzidas do DIU de cobre — com sistema mais estreito e inserção mais confortável. Mesmo o Mirena e o DIU de cobre tradicional podem ser inseridos em nulíparas por um profissional experiente.
DIU no pós-parto, amamentação e menopausa
- Pós-parto: o DIU pode ser inserido logo após o parto (inclusive na cesárea) ou na consulta de revisão, sendo uma ótima opção para espaçar as gestações.
- Amamentação: tanto o DIU de cobre quanto o hormonal são seguros durante a amamentação e não interferem na produção de leite — diferentemente dos métodos com estrogênio.
- Perimenopausa: o DIU hormonal (Mirena) é especialmente útil nessa fase: além de contraceptivo, controla o sangramento irregular e pode ser usado como a parte progestagênica da terapia hormonal da menopausa, protegendo o endométrio.
Quando o DIU é contraindicado
O DIU é seguro para a grande maioria das mulheres, mas há situações em que ele não deve ser usado, ou exige cautela:
- Gravidez confirmada ou suspeita
- Infecção pélvica (DIP) ou IST ativa não tratada no momento da inserção
- Sangramento vaginal de causa ainda não esclarecida
- Malformação importante da cavidade uterina que impeça o posicionamento
- Câncer de colo ou de endométrio em investigação/tratamento
- Específicos do DIU hormonal: câncer de mama atual ou recente
- Específico do DIU de cobre: doença de Wilson (alteração rara do metabolismo do cobre)
A avaliação individualizada com o ginecologista define com segurança se — e qual — DIU é o mais indicado para você.
O DIU é um dos métodos mais eficazes, práticos e duradouros disponíveis hoje. Os medos mais comuns — dor, ganho de peso, "não poder usar sem ter tido filhos" — em geral não se confirmam. Informação de qualidade e uma boa avaliação médica são o que transformam a decisão em algo tranquilo.
Perguntas Frequentes
DIU dói para colocar?
A maioria das mulheres sente uma cólica forte e rápida no momento em que o DIU atravessa o colo do útero — semelhante a uma cólica menstrual intensa, que dura segundos. O desconforto varia muito de pessoa para pessoa: algumas relatam dor leve, outras moderada. A inserção dura cerca de 5 minutos. O ginecologista pode orientar o uso de um anti-inflamatório uma hora antes e, em casos selecionados, anestesia local no colo. Cólicas leves nas horas ou primeiros dias seguintes são esperadas e melhoram com analgésico comum.
DIU engorda?
O DIU de cobre não tem hormônio nenhum, portanto não engorda. O DIU hormonal libera levonorgestrel diretamente dentro do útero, com absorção para o corpo muito baixa, e os estudos clínicos não confirmam ganho de peso significativo associado a ele. A sensação de inchaço nos primeiros meses pode ocorrer, mas não corresponde a ganho real de gordura na maioria dos casos.
Mulher que nunca teve filho pode colocar DIU?
Sim. A ideia de que o DIU é só para quem já teve filho está ultrapassada. Existem modelos menores — como o Kyleena e o Jaydess — desenvolvidos especialmente para mulheres sem filhos (nulíparas), com sistema mais estreito e inserção mais confortável. Mesmo o DIU de cobre e o Mirena podem ser inseridos em nulíparas por um médico experiente.
Como sei se o meu DIU saiu do lugar?
O DIU tem dois fios finos que ficam no fundo da vagina. Você pode checá-los uma vez por mês, após a menstruação, introduzindo um dedo limpo até sentir o colo do útero e os fios. Sinais de alerta de que o DIU pode ter se deslocado ou sido expelido: não sentir mais os fios, sentir os fios muito mais compridos, sentir a haste rígida do DIU, cólica forte persistente, sangramento anormal ou dor na relação. Em qualquer dessas situações, use preservativo e procure o ginecologista para confirmar a posição por ultrassom.
Posso engravidar usando DIU?
É raro. O DIU é um dos métodos mais eficazes que existem, com mais de 99% de eficácia. A falha acontece em menos de 1 em cada 100 mulheres por ano, geralmente quando o dispositivo se desloca ou é expelido sem que a mulher perceba. Se houver gravidez com o DIU no lugar, é importante avaliar precocemente, porque a proporção de gestações que se alojam fora do útero (gravidez ectópica) é maior nesse cenário — embora o risco absoluto seja baixo, já que o DIU previne a gravidez como um todo.
DIU de cobre ou DIU hormonal: qual é o melhor?
Não existe um melhor para todas — existe o melhor para o seu perfil. O DIU de cobre não tem hormônio, dura até 10 anos e é ideal para quem não quer ou não pode usar hormônio, mas tende a aumentar o fluxo e as cólicas. O DIU hormonal (Mirena, Kyleena, Jaydess) reduz muito o fluxo — podendo até cessar a menstruação — e trata cólicas, sangramento intenso, endometriose e adenomiose, mas algumas mulheres têm escape nos primeiros meses. A escolha é individualizada com o ginecologista.
Quanto tempo o DIU dura?
Depende do modelo: o DIU de cobre TCu380A dura até 10 anos (alguns estudos mostram eficácia por até 12 anos); o Mirena dura de 5 a 8 anos; o Kyleena dura 5 anos; e o Jaydess dura 3 anos. Em todos os casos o DIU pode ser removido antes do prazo, a qualquer momento, se a mulher desejar — e a fertilidade retorna logo após a remoção.
O DIU protege contra infecções sexualmente transmissíveis?
Não. Nenhum tipo de DIU oferece proteção contra ISTs como HIV, sífilis, gonorreia, clamídia e HPV. Para essa proteção, o preservativo é insubstituível. O ideal é a dupla proteção: o DIU para evitar a gravidez e o preservativo para se proteger das infecções.
Quer saber se o DIU é a melhor opção para você?
A Dra. Gabriella Dourado é ginecologista e obstetra em São Paulo (Paraíso e Higienópolis). Ela avalia seu perfil de saúde, indica o método mais adequado e realiza a inserção do DIU com segurança e conforto.
Agendar consulta com especialista →Conteúdo informativo. Este artigo não substitui a consulta médica. Para avaliação individualizada, procure um ginecologista.
Referências: FEBRASGO, Organização Mundial da Saúde (OMS) — Medical Eligibility Criteria for Contraceptive Use (MEC), American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG), Centers for Disease Control and Prevention (CDC), Ministério da Saúde do Brasil.